segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
TV da LG tem sistema 3D igual ao dos cinemas
Ao lado do conteúdo escasso e dos preços altos, o desconforto ao assistir vídeos em terceira dimensão sempre foi motivo para pensar duas vezes antes de comprar uma TV 3D. Com a estreia da Cinema 3D TV 47LW5700, da LG, pelo menos esse último impedimento perde força. O modelo com tela de 47 polegadas de LCD com LED exibe imagens tridimensionais com a mesma tecnologia empregada nos cinemas, o 3D passivo. Isso permite o uso de óculos mais leves, confortáveis e baratos, maior ângulo de visão em 3D e menor cansaço visual. A TV começa a ser vendida em julho com quatro pares de óculos que pesam apenas 14 gramas e não usam bateria. A estimativa da LG é que o acessório avulso custe 20 reais, o equivalente a um décimo do preço dos óculos 3D ativo. Nos testes do INFOlab, o Blu-ray 3D ficou com boa sensação de profundidade e realismo quando o telespectador está sentado diante da tela, posicionado lateralmente e até deitado no chão. Quando a TV converte imagens 2D para 3D, dá para perceber uma profundidade discreta, mas não há objetos saindo da tela em direção ao espectador. Os aplicativos com conteúdo online, como as locadoras virtuais, são outro destaque. A presença de um navegador para páginas da web é legal, mas desde que o usuário não se irrite pela incompatibilidade com conteúdo em Flash e a dificuldade para se movimentar pela página usando o controle remoto convencional. O Magic Motion, um controle da LG semelhante ao do videogame Wii, torna a navegação muito mais amigável, mas ele não vem com a TV.
Outro acessório que não vem no pacote da TV é o adaptador Wi-Fi, que utiliza uma das duas USB, mas ele pode ser solicitado gratuitamente após a compra. Para complementar o wireless, está incluso um conector ethernet. Ela oferece ainda duas entradas RF, para sinais de antena e de cabo, além do sintonizador digital. Também estão presentes quatro entradas HDMI, uma vídeo componente, uma vídeo composto e uma D-sub. Há duas outras entradas, um a para composto e outra para componente, mas elas exigem o uso de um adaptador.
Quem quiser mais potência do que os dois alto falantes de 10 watts podem oferecer, tem a opção de utilizar a saída de áudio digital óptica ou a convencional saída P2. Já quem se contentar com esses valores pode utilizar o som nativo da TV por meio de uma entrada P2 e duas RCA estéreo (uma das quais necessita de um adaptador).
Pelo cabo de rede e pela USB é possível executar DivX, XviD, MKV, MPEG-2 e MOV, todos em em 1080p. Durante os testes, as legendas SRT foram carregadas automaticamente, com ótimo tamanho e legibilidade. Uma pena não ser possível mudar a cor ou a borda do texto.
Essa LG conta ainda com a interface SmartTV, que reúne os recursos da TV com conteúdo online. Os serviços online mais notáveis são Terra TV Video Store, NetMovies, Saraiva Digital, YouTube Leanback (por um aplicativo, não pelo browser), TV UOL e Terra TV.
Com um HD externo de 40 GB ou mais conectado à Cinema 3D via USB, é possível utilizar a opção Time Machine. Ela grava o sinal de TV digital, permitindo que o usuário não apenas assista aos programas armazenados como também possa usar funções como pause e rewind em programas ao vivo.
Apesar de não impressionar, a taxa de atualização de 120 Hz (TruMotion) é aceitável. Já o tempo de resposta de apenas 2.4 ms agrada bastante, mesmo se o usuário pretende usar a Cinema 3D em conjunto com consoles de games.
Outro acessório que não vem no pacote da TV é o adaptador Wi-Fi, que utiliza uma das duas USB, mas ele pode ser solicitado gratuitamente após a compra. Para complementar o wireless, está incluso um conector ethernet. Ela oferece ainda duas entradas RF, para sinais de antena e de cabo, além do sintonizador digital. Também estão presentes quatro entradas HDMI, uma vídeo componente, uma vídeo composto e uma D-sub. Há duas outras entradas, um a para composto e outra para componente, mas elas exigem o uso de um adaptador.
Quem quiser mais potência do que os dois alto falantes de 10 watts podem oferecer, tem a opção de utilizar a saída de áudio digital óptica ou a convencional saída P2. Já quem se contentar com esses valores pode utilizar o som nativo da TV por meio de uma entrada P2 e duas RCA estéreo (uma das quais necessita de um adaptador).
Pelo cabo de rede e pela USB é possível executar DivX, XviD, MKV, MPEG-2 e MOV, todos em em 1080p. Durante os testes, as legendas SRT foram carregadas automaticamente, com ótimo tamanho e legibilidade. Uma pena não ser possível mudar a cor ou a borda do texto.
Essa LG conta ainda com a interface SmartTV, que reúne os recursos da TV com conteúdo online. Os serviços online mais notáveis são Terra TV Video Store, NetMovies, Saraiva Digital, YouTube Leanback (por um aplicativo, não pelo browser), TV UOL e Terra TV.
Com um HD externo de 40 GB ou mais conectado à Cinema 3D via USB, é possível utilizar a opção Time Machine. Ela grava o sinal de TV digital, permitindo que o usuário não apenas assista aos programas armazenados como também possa usar funções como pause e rewind em programas ao vivo.
Apesar de não impressionar, a taxa de atualização de 120 Hz (TruMotion) é aceitável. Já o tempo de resposta de apenas 2.4 ms agrada bastante, mesmo se o usuário pretende usar a Cinema 3D em conjunto com consoles de games.
sábado, 24 de dezembro de 2011
51" da Samsung capricha nos aplicativos
O principal atrativo de uma TV é e sempre será a qualidade de imagem, item que beira a perfeição nos televisores mais sofisticados. Nesse quesito, o modelo de plasma de 51 polegadas PL51D8000 dispensa críticas. Ele também agrada pela variedade de recursos. O menu Smart Hub reúne atalhos para aplicativos e para as funções multimídia, como a reprodução de vídeo pelas portas USB e pela rede. Nos testes, tocou todos os formatos relevantes, só falhou ao não carregar legendas embutidas em um arquivo MKV. Mas os destaques vão para o navegador de internet, capaz de exibir páginas com Flash, e o Social TV, um agregador de redes sociais que permite assistir TV e, ao mesmo tempo, acompanhar o que rola no Facebook e no Twitter. A conexão com a web é feita por cabo ou pelo Wi-Fi embutido no aparelho. Essa Samsung também leva para a telona o Windows Live Messenger, o Google Talk e o Skype. A dureza é teclar no controle remoto convencional e usá-lo como mouse no browser. Uma forma de driblar parte desse tormento é transformar um smartphone Galaxy Tab em controle e teclado para a TV. O modelo exibe conteúdo produzido ou convertido para 3D, mas (olha a pegadinha!) não vem com óculos.
Todos esses recursos vêm empacotados em um frame de apenas 3,5 centímetros de espessura. O design é distinto, com uma moldura transparente bem fina, que permitiu à Samsung alargar a tela em uma polegada. Já a base é cromada e tem forma de X, além de permitir que a tela seja girada para tornar mais fácil o acesso às conexões.
Contudo, o porte esbelto dessa TV têm suas desvantagens. Por falta de uma boa caixa acústica, o áudio perde um pouco em força. Mesmo assim, os dois alto-falantes, cada um com de 10 watts de potência, produzem um som de qualidade razoável.
A PL51D8000 atende às expectativas no quesito conectividade. São quatro entradas HDMI, duas RF, uma D-sub e uma vídeo componente. Para o áudio, há uma saída HDMI ARC, uma óptica e uma P2, além de uma entrada RCA e outra P2.
Tanto pelas duas portas USB como pelo DLNA, a execução dos formatos DivX, Xvid, MKV, MPEG-4, MPEG-2, WMV e FLV ocorreu sem problemas. Diferentemente do que ocorreu com os arquivos MKV, as legendas .str para Xvid foram carregadas automaticamente, eram legíveis e podiam ser ajustadas quanto à sincronia e ao tamanho. Vídeos 3D com extensão .tp também rodaram normalmente. No entanto, há uma ressalva para o uso do DLNA: sem o auxílio do software AllShare, alguns formatos e legendas não foram reconhecidos.
O problema da ausência de um QWERTY pode ser solucionado pelo uso de um teclado virtual, como já dito, ou pela compra de um controle avulso. Com essa exceção, não há do que reclamar a respeito da interface. Os botões de controle, que ficam atrás, à esquerda, têm seu uso facilitado por um sensor de toque que identifica na tela o botão que está sendo utilizado pelo usuário. O controle remoto é mais simples, com acabamento em plástico, mas tem botões grandes e bem sinalizados, que se acendem ao toque de uma tecla.
Como é comum em TVs de plasma, a PL51D8000 é sedenta em termos de energia, com 350 watts de consumo nominal.
Todos esses recursos vêm empacotados em um frame de apenas 3,5 centímetros de espessura. O design é distinto, com uma moldura transparente bem fina, que permitiu à Samsung alargar a tela em uma polegada. Já a base é cromada e tem forma de X, além de permitir que a tela seja girada para tornar mais fácil o acesso às conexões.
Contudo, o porte esbelto dessa TV têm suas desvantagens. Por falta de uma boa caixa acústica, o áudio perde um pouco em força. Mesmo assim, os dois alto-falantes, cada um com de 10 watts de potência, produzem um som de qualidade razoável.
A PL51D8000 atende às expectativas no quesito conectividade. São quatro entradas HDMI, duas RF, uma D-sub e uma vídeo componente. Para o áudio, há uma saída HDMI ARC, uma óptica e uma P2, além de uma entrada RCA e outra P2.
Tanto pelas duas portas USB como pelo DLNA, a execução dos formatos DivX, Xvid, MKV, MPEG-4, MPEG-2, WMV e FLV ocorreu sem problemas. Diferentemente do que ocorreu com os arquivos MKV, as legendas .str para Xvid foram carregadas automaticamente, eram legíveis e podiam ser ajustadas quanto à sincronia e ao tamanho. Vídeos 3D com extensão .tp também rodaram normalmente. No entanto, há uma ressalva para o uso do DLNA: sem o auxílio do software AllShare, alguns formatos e legendas não foram reconhecidos.
O problema da ausência de um QWERTY pode ser solucionado pelo uso de um teclado virtual, como já dito, ou pela compra de um controle avulso. Com essa exceção, não há do que reclamar a respeito da interface. Os botões de controle, que ficam atrás, à esquerda, têm seu uso facilitado por um sensor de toque que identifica na tela o botão que está sendo utilizado pelo usuário. O controle remoto é mais simples, com acabamento em plástico, mas tem botões grandes e bem sinalizados, que se acendem ao toque de uma tecla.
Como é comum em TVs de plasma, a PL51D8000 é sedenta em termos de energia, com 350 watts de consumo nominal.
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
TV portátil da AOC faz o básico
Há quem diga que as TVs portáteis estão perdendo terreno para os smartphones e até featurephones com TV. De fato, se analisarmos com frieza a tendência a coisa não é muito boa para as TVs de bolso. No entanto, há quem não dispense uma boa companheira de estádio ou ache incômodo o sistema presente nos celulares e smartphones. Com a ideia de abocanhar esse grupo, a AOC mantém a TDP 100 desde o início de 2009. A diferença hoje: seu preço de mais de 700 reais caiu para 270 reais em média.
Preferências à parte, a pequena TV se mostrou eficiente nos testes do INFOlab. A conexão com os canais de TV disponíveis foi fácil, rápida e de boa qualidade. Em seu modo padrão ela apresenta 12 canais, são eles: TV Cultura, SBT, Globo, Record, Rede TV, Gazeta, Band, 21, SCC, Rede Vida, Mega TV, MTV. Após procurar por canais automaticamente, os seguintes foram adicionados à lista: TV Aparecida SP, Record News, TV Câmara, TV Brasil e TV Justiça.
A tela de 3,5 polegadas e resolução de 320 por 240 pixels não empolga, mas é suficiente para acompanhar do estádio o replay daquele lance distante e que você perdeu por conta do torcedor da frente que levantou bem na hora. Infelizmente, a AOC deixou de lado a habilidade de reproduzir arquivos de vídeo, MP3 e até mesmo gravar a programação, recursos que estão presentes em concorrentes, como a TecToy TDP-200. A bateria da TPD 100, no entanto, superou a concorrente. Foram 260 minutos de exibição contínua de TV, 20 minutos a mais que o modelo da TecToy.
Pelo sistema é possível atribuir uma senha para os canais, limitando por idade o conteúdo. O funcionamento é o mesmo do controle para pais, evitando que os filhos vejam conteúdos inadequados. Nas configurações o usuário também pode escolher se a TV irá varrer novamente os canais no momento em que for ligada. O guia de programação exibe de maneira eficiente os dados, quando fornecidos pelo canal. Há possibilidade de ativar o Closed Caption e alterar o áudio é outro ponto positivo, principalmente para os filmes.
Preferências à parte, a pequena TV se mostrou eficiente nos testes do INFOlab. A conexão com os canais de TV disponíveis foi fácil, rápida e de boa qualidade. Em seu modo padrão ela apresenta 12 canais, são eles: TV Cultura, SBT, Globo, Record, Rede TV, Gazeta, Band, 21, SCC, Rede Vida, Mega TV, MTV. Após procurar por canais automaticamente, os seguintes foram adicionados à lista: TV Aparecida SP, Record News, TV Câmara, TV Brasil e TV Justiça.
A tela de 3,5 polegadas e resolução de 320 por 240 pixels não empolga, mas é suficiente para acompanhar do estádio o replay daquele lance distante e que você perdeu por conta do torcedor da frente que levantou bem na hora. Infelizmente, a AOC deixou de lado a habilidade de reproduzir arquivos de vídeo, MP3 e até mesmo gravar a programação, recursos que estão presentes em concorrentes, como a TecToy TDP-200. A bateria da TPD 100, no entanto, superou a concorrente. Foram 260 minutos de exibição contínua de TV, 20 minutos a mais que o modelo da TecToy.
Pelo sistema é possível atribuir uma senha para os canais, limitando por idade o conteúdo. O funcionamento é o mesmo do controle para pais, evitando que os filhos vejam conteúdos inadequados. Nas configurações o usuário também pode escolher se a TV irá varrer novamente os canais no momento em que for ligada. O guia de programação exibe de maneira eficiente os dados, quando fornecidos pelo canal. Há possibilidade de ativar o Closed Caption e alterar o áudio é outro ponto positivo, principalmente para os filmes.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Bravia XBR-46HX925 tem imagem excelente
Esse modelo 3D não vem com óculos. É preciso gastar 199 reais para ver as ótimas imagens tridimensionais. Dá para acessar a web pelo Wi-Fi embutido. O conteúdo online inclui streaming de vídeo sob demanda da Band e do SBT e a atualização do Facebook ou Twitter ao lado da janela de vídeo. A execução de arquivos pela USB decepciona. Não rodaram DivX, XviD e MKV.
A Bravia utiliza o método de retroiluminação full-array local dimming, diferente do edge-lit que predomina nas TVs de LED atuais. Em vez de ocupar apenas as bordas do aparelho, as lâmpadas preenchem toda a traseira do painel LCD. Esses LEDs têm certo grau de independência e podem acender ou apagar conforme for conveniente. O efeito prático disso é uma TV que alcança níveis de preto mais elevados combinados com um grau maior de uniformidade na iluminação. Tais características não são meros enfeites, elas contribuem com a excelente qualidade de imagem da Bravia.
Entre os recursos anunciados como vantagens dessa TV está o MotionFlow. Trata-se da criação de frames extras para intercalar com os frames da filmagem original, o que suavizaria o movimento de cenas muito tremidas. Variações dessa técnica são bastante comuns em todas as marcas. No caso da Sony, promete-se uma de atualização de 240Hz, quatro vezes maior que o normal. No entanto, essa opção produz um efeito de rastro de movimento nos objetos da tela em algumas situações, o que pode desagradar alguns usuários.
A Bravia também converte conteúdo 2D para 3D. Como sempre, o resultado é bastante inferior às filmagens originalmente produzidas em 3D, mas não chega a ser inaproveitável. Com um total de 30 watts de potência, essa TV possui um som relativamente forte. A qualidade também não fica atrás, apresentando pouca distorção.
Seguindo o padrão das TVs desse porte (46 polegadas), há uma grande seleção de conexões na Bravia. Quatro HDMI constituem as principais vias de entrada de vídeo e áudio. Uma delas tem ARC, o que permite enviar sinal de áudio da TV para outro aparelho, como se se tratasse de uma saída. As entradas de vídeo mais antigas também persistem: uma vídeo componente que exige adaptador e até uma D-sub. Com o uso de adaptadores, é possível aumentar em um o número entradas de vídeo composto e componente.
Na seara do áudio, há uma P2 e uma entrada RCA estéreo. Já as saídas incluem uma digital óptica e uma P2. O tráfego de arquivos é mediado por duas USB, uma ethernet e pela rede Wi-Fi. O hardware de Wi-Fi já vem embutido no aparelho e ele também suporta Wi-Fi Direct, o que dispensa de um ponto de acesso intermediário. Por fim, duas entradas RF recebem o sinal da antena e do cabo.
As portas USB estão lá, mas elas não são tão universais quanto o nome leva a crer. HDs externos formatados em NTFS não foram reconhecidos, por exemplo. Nos testes com pen drives em FAT32, só puderam ser executados arquivos MPEG-4, MPEG-2 e WMV (todos em 1080p). A ethernet se saiu melhor, sendo capaz de fazer streaming com arquivos DivX, Xvid, MKV, MPEG-2, MOV e WMV. Nesse caso os vídeos em Xvid só rodaram em 480p. As legendas foram ignoradas tanto pela USB quanto pela ethernet.
A Sony aproveitou sua experiência com o Playstation 3 e criou uma interface muito parecida para a Bravia. Assim como no console, os menus são bem organizados e as animações são agradáveis. Dentro deles é possível acessar uma enorme quantidade de conteúdo online, o que inclui Band, SBT, Terra TV, UOL, iG, YouTube e dezenas de outros aplicativos. Há ainda um diretório recheado de videocasts
A Bravia utiliza o método de retroiluminação full-array local dimming, diferente do edge-lit que predomina nas TVs de LED atuais. Em vez de ocupar apenas as bordas do aparelho, as lâmpadas preenchem toda a traseira do painel LCD. Esses LEDs têm certo grau de independência e podem acender ou apagar conforme for conveniente. O efeito prático disso é uma TV que alcança níveis de preto mais elevados combinados com um grau maior de uniformidade na iluminação. Tais características não são meros enfeites, elas contribuem com a excelente qualidade de imagem da Bravia.
Entre os recursos anunciados como vantagens dessa TV está o MotionFlow. Trata-se da criação de frames extras para intercalar com os frames da filmagem original, o que suavizaria o movimento de cenas muito tremidas. Variações dessa técnica são bastante comuns em todas as marcas. No caso da Sony, promete-se uma de atualização de 240Hz, quatro vezes maior que o normal. No entanto, essa opção produz um efeito de rastro de movimento nos objetos da tela em algumas situações, o que pode desagradar alguns usuários.
A Bravia também converte conteúdo 2D para 3D. Como sempre, o resultado é bastante inferior às filmagens originalmente produzidas em 3D, mas não chega a ser inaproveitável. Com um total de 30 watts de potência, essa TV possui um som relativamente forte. A qualidade também não fica atrás, apresentando pouca distorção.
Seguindo o padrão das TVs desse porte (46 polegadas), há uma grande seleção de conexões na Bravia. Quatro HDMI constituem as principais vias de entrada de vídeo e áudio. Uma delas tem ARC, o que permite enviar sinal de áudio da TV para outro aparelho, como se se tratasse de uma saída. As entradas de vídeo mais antigas também persistem: uma vídeo componente que exige adaptador e até uma D-sub. Com o uso de adaptadores, é possível aumentar em um o número entradas de vídeo composto e componente.
Na seara do áudio, há uma P2 e uma entrada RCA estéreo. Já as saídas incluem uma digital óptica e uma P2. O tráfego de arquivos é mediado por duas USB, uma ethernet e pela rede Wi-Fi. O hardware de Wi-Fi já vem embutido no aparelho e ele também suporta Wi-Fi Direct, o que dispensa de um ponto de acesso intermediário. Por fim, duas entradas RF recebem o sinal da antena e do cabo.
As portas USB estão lá, mas elas não são tão universais quanto o nome leva a crer. HDs externos formatados em NTFS não foram reconhecidos, por exemplo. Nos testes com pen drives em FAT32, só puderam ser executados arquivos MPEG-4, MPEG-2 e WMV (todos em 1080p). A ethernet se saiu melhor, sendo capaz de fazer streaming com arquivos DivX, Xvid, MKV, MPEG-2, MOV e WMV. Nesse caso os vídeos em Xvid só rodaram em 480p. As legendas foram ignoradas tanto pela USB quanto pela ethernet.
A Sony aproveitou sua experiência com o Playstation 3 e criou uma interface muito parecida para a Bravia. Assim como no console, os menus são bem organizados e as animações são agradáveis. Dentro deles é possível acessar uma enorme quantidade de conteúdo online, o que inclui Band, SBT, Terra TV, UOL, iG, YouTube e dezenas de outros aplicativos. Há ainda um diretório recheado de videocasts
domingo, 18 de dezembro de 2011
Nikon D3100
A proposta da Nikon D3100 é ser a porta de entrada do fotógrafo na categoria das câmeras DSLR, também conhecidas como reflex, aquelas usadas por profissionais. Além de oferecer uma ótima gama de controles manuais e trabalhar com lentes intercambiáveis, nas reflex, a luz que entra pela objetiva é direcionada por espelhos até um visor óptico, o que proporciona maior precisão no enquadramento. A D3100 avaliada pelo INFOlab vem com uma lente VR Nikkor 3x de 18 a 55 mm. Os menus bem organizados e um assistente que ajuda a configurar vários ajustes confirmam sua vocação. A resolução para fotos é de 14,2 MP. A qualidade das imagens produzidas está na média da categoria. Ou seja, são muito boas. O que chamou atenção nos testes foi a alta velocidade no registro das fotos (0,09 segundo, em média). Pena que seu modo de disparo contínuo capte apenas três instantâneos. A filmagem é feita em 1.080p (Full HD) com autofoco permanente, um recurso bem interessante. Porém, a demora para acertar o foco incomoda. Ela não vem com cartão e não possui memória interna.
Com uma carcaça construída completamente em plástico, a D3100 tem uma pegada confortável, com aderência razoável e peso de 813 gramas (com a lente 18-55 mm). Os botões e roda de controle são bem posicionados. Leva pouco tempo para se acostumar com seu funcionamento e realizar os ajustes de maneira intuitiva. A principal roda de seleção, que alterna entre os modos de captura, tem um design interessante e lembra as câmeras compactas. Nele o fotógrafo pode optar pelo ajuste manual (M), velocidade (S), abertura (A) e programado (P), além dos modos pré-definidos: Automático, Automático sem flash, PASM, Cenas (retrato, paisagem, criança, esporte, etc), macro e Guide (closes, objetos distantes, pessoas dormindo, etc). Ao lado do seletor há uma alavanca para alternar o modo de disparo: único, contínuo, timer e “quiet release” (registro silencioso).
Com uma carcaça construída completamente em plástico, a D3100 tem uma pegada confortável, com aderência razoável e peso de 813 gramas (com a lente 18-55 mm). Os botões e roda de controle são bem posicionados. Leva pouco tempo para se acostumar com seu funcionamento e realizar os ajustes de maneira intuitiva. A principal roda de seleção, que alterna entre os modos de captura, tem um design interessante e lembra as câmeras compactas. Nele o fotógrafo pode optar pelo ajuste manual (M), velocidade (S), abertura (A) e programado (P), além dos modos pré-definidos: Automático, Automático sem flash, PASM, Cenas (retrato, paisagem, criança, esporte, etc), macro e Guide (closes, objetos distantes, pessoas dormindo, etc). Ao lado do seletor há uma alavanca para alternar o modo de disparo: único, contínuo, timer e “quiet release” (registro silencioso).
Coolpix L120
Você sabe o que é ISO, CCD, FPS, CMOS, AFS, AFC, RAW, EV, 1/6000? Se sua resposta é não, a Nikon Coolpix L120 pode ser uma boa escolha para você. Ela une o visual e as lentes de uma câmera para usuários avançados com a facilidade de uso de um modelo para iniciantes. A Nikon praticamente não permite nenhum ajuste manual para abertura das lentes, velocidade de disparo e outros recursos básicos. Tudo é feito em modo automático já programado. Isso pode parecer um pesadelo para os mais experientes, mas para quem quer apenas se divertir com a qualidade das fotos de 14,1 MP e o poderoso zoom óptico de 21x é uma ótima pedida. Olhos menos atentos também não perceberão que, dependendo do ambiente, a câmera "estoura cores". Em fotos tiradas pelo INFOlab, a Coolpix L120 puxou para o ciano numa cena em que as bordas das folhas de uma árvore se contrapunham ao céu. Quando ocorrem falhas desse tipo, raras nas máquinas profissionais, a simplicidade da câmera passa um pouco do limite.
Por toda sua amplitude de ISO, que vai desde 80 até 6400, a Coolpix 120L fica mais a vontade na faixa que vai do ISO 200 para baixo. A granulação se torna perceptível a partir do ISO 400 e a qualidade de imagem decai rapidamente do ISO 800 para cima. Isso não significa que essa máquina é inútil em ambientes pouco iluminados, mas esse definitivamente não é o forte dela. Com efeito, no modo de alta sensibilidade, entre o ISO 3200 e o ISO 6400, até mesmo a resolução da foto é reduzida de 14,1 MP para 3 MP. Desse modo, a não ser que algo extraordinário aconteça perto de você na calada da noite, é melhor deixar a sensibilidade do sensor em níveis baixos.
Por toda sua amplitude de ISO, que vai desde 80 até 6400, a Coolpix 120L fica mais a vontade na faixa que vai do ISO 200 para baixo. A granulação se torna perceptível a partir do ISO 400 e a qualidade de imagem decai rapidamente do ISO 800 para cima. Isso não significa que essa máquina é inútil em ambientes pouco iluminados, mas esse definitivamente não é o forte dela. Com efeito, no modo de alta sensibilidade, entre o ISO 3200 e o ISO 6400, até mesmo a resolução da foto é reduzida de 14,1 MP para 3 MP. Desse modo, a não ser que algo extraordinário aconteça perto de você na calada da noite, é melhor deixar a sensibilidade do sensor em níveis baixos.
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